�Como se vive dentro de uma prisão de mulheres? O que você acha? A mulher que se esconde por trás do pseudônimo de Raquel se presta a responder a esses questionamentos, sentada em um sofá do apartamento que a ONG Acope tem permissões pra penitenciários. O relato de Raquel, tua versão de tua própria existência, começa quando conheceu teu exmarido, este “pintas” que, segundo tua família “não iria levar-lhe mais dificuldades”. Seus vícios, que coloca na linha da cocaína, levaram o casal a se relacionar “com gente estranha”.
E ele começou a meter “em follones”. No código penal, golpes. Umas mais consensuais, novas menos. A última Raquel diz que, com a sua assinatura falsificada. Mas o juiz e o promotor não o creram. É a maneira que você precisa de agir’, disseram-lhe, antes de condenarla.
E como de imediato era a segunda vez, entraria na prisão. Não domina o que você vai descobrir, se você cair, se não vai cair bem. O que se vê nos filmes e reportagens de prisões é o que mais se acojona Passaram-se numerosos anos antes de que se executasse a sentença.
E novas alterações. De Navarra a Toledo. Enquanto os filhos, três, iam crescendo. No ano anterior, quando seus filhos tinham 13 anos, quinze a 17, um dia se advertiram na moradia de duas senhoras, pra informá-lo a Raquel que tua “entrada era já”. Levantou uma semana pra fixação dos menores com uma amiga. A única pessoa, fora de seus filhos, que sabia que existia o seu próximo destino: a prisão de Alcalá Meco.
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Para o resto do universo, Raquel estava a Madrid a procurar trabalho. O de entrar na prisão, não é uma questão que irá comercializando por aí. Não. O exmarido de Raquel, do que se divorciaram no mesmo ano do último bacana brincadeira, anda cumprindo sentença assim como em ponta grossa por muitos golpes. Os filhos do casal passaram da residência da amiga, a da avó e, enfim, pra tia, uma irmã de Raquel. Muita mala, todavia evitaram fazer a mais temida, a que leva para um centro de menores tutelados.
Raquel, “todavia os que de fato estão cumprindo pena, são eles, meus filhos. São os únicos que perdem em tudo isso. Esteve insuficiente tempo pela prisão, ou muito, os que perdem são sempre os filhos. Isso levou-o muito mal”. A prisão, você entra com temor.
Após o primeiro mês em isolamento”, onde os dias se tornam intermináveis, sem atividades e as horas do dia passam dando voltas e mais voltas”, o lugar em que o módulo é “muito mais do que o esperado”. Os especialistas reconhecem que as mulheres uma enorme maestria para adaptar-se ao meio de prisão, sem subtrair nada da relevância à aflição causada na separação de seus filhos. O considerável é não parar, em razão de dentro ele tem várias quedas de energia Em Alcalá Meco cria vínculo entre as mulheres. São 24 horas por dia juntas. Em 8 meses, Raquel fez uma nova amiga que considera uma “irmã”, diria que tem “imensas conhecidas” e alguma “afins é”. O ginásio foi o teu refúgio.
Jogou tantas horas jogando futebol ou fazendo musculação que foi deixado dentro de quarenta quilos de peso. O respeitável, diz, é “não parar” já que têm “diversos quedas”. Seus filhos pequenos não os vimos por todo o ano.
Não quis que fossem pro bis a família, “que te deixa feita pó em razão de se executam super curtos”. Só viajou pra Madrid, a maior dos três. A passagem na prisão muda as pessoas. Raquel, pelo menos sente bem.