A dificuldade é que estes arquivos têm memória fraca pelo motivo de não criamos as ferramentas necessárias para proporcionar que aqueles que geram os conteúdos recebam o crédito que lhes corresponde. Os direitos autorais continuam a ser uma dúvida pendente na rede, entretanto o
Spotify leva tempo tentando fechar esse episódio de longa trajetória. O desafio com que se defronta a empresa define perfeitamente D. A. Walach, um músico que monitora Spotify as relações entre a plataforma e seus artistas, em um post da revista Wired.
“O problema é que não existe uma apoio de fatos central pra visualizar a informação sobre a música”. Wallach lamenta que localizar quem são os autores de uma música e quem têm seus direitos é uma tarefa extremamente complicada, e considera esse passo pra trás vinho da mão de web.
“O vinil e o CD eram o paraíso do talento atrás do palco. Comprabas um álbum que incluía informação a respeito todos os que contribuíram pro teu lançamento. Com os serviços digitais, só você poderá saber detalhes de superfície, como o nome do artista principal e a data de teu lançamento, algo que não assistência artistas, fornecedores ou clientes”, lembra.
Com o final de definir a dificuldade da atribuição de direitos e licenças de conteúdos musicais, Spotify obteve MediaChain, uma empresa que facilita a atribuição automática usando blockchain e machine learning. Sua plataforma conecta as informações de uma canção pra identidade digital de um autor, oferecendo um canal de atribuição descentralizado, rastreável—permite-lhe seguir os meios pelos quais foi distribuído— e transparente.
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A transparência entre geradores e consumidores de conteúdo que tem que usar esta tecnologia poderia carregar alguma coisa mais pro setor. “Os serviços de distribuição musical recolhem fatos importantes dos fãs que poderiam nos acudir a dominar melhor como é o nosso público, entretanto ficam com esses dados.
Os artistas nem ao menos sabemos em quais plataformas ouvem a nossa música”, argumentou Amontoar em outra entrevista à Forbes, e lembrou que as organizações não têm interesse pela descentralização de plataformas como Mycelia porque acabam com o teu papel de intermediários. Blockchain permite determinar contratos inteligentes, acordos digitais que são executados de modo automática no momento em que se verificam as condições previamente instituídas.
“deste jeito, em uma plataforma que utilize esta tecnologia, um autor podes cobrar em tempo real, no momento em que alguém consuma seus conteúdos. É tudo menos difícil quando não há intermediários”, explica Roberto Fernández Hergueta, responsável blockchain na Everis. Estas plataformas têm vantagens que ultrapassam os limites da posse intelectual e podem abrir novos modelos de negócio pros criadores. “A cadeia de blocos deixa que os usuários façam um consumo mais personalizada, já que permite que os micropagos”, expõe Vitória Torres, membro da equipe de Fernández.
“você Pode obter só um capítulo de um livro para observar se você gosta; não tem por que obter o livro inteiro. Paga o que consome”. É relevante clarificar que blockchain não evita que alguém possa lembrar como própria uma informação que não lhe pertence.