Governo Provisório Da Tailândia Sob Controle Militar

em dezenove de setembro de 2006, de unidades militares do Exército Real Tailandês deram um golpe de Estado ao longo da carência do Primeiro-Ministro Thaksin Shinawatra. Não houve resistência por fração de algumas unidades do exército. O novo governo provisório foi presidido pelo general Sonthi Boonyaratglin como presidente do autodenominado Conselho para a Reforma Democrática perante a Monarquia Constitucional (CRD).

De forma provisório, a Junta militar concordou em aprovar a nomeação do senador Kraisak Choonhavan pra exercer as funções de Ministro dos Negócios Estrangeiros, ainda que sem formar parte do Conselho. Choonhavan-se ao início dúvidas quanto à nomeação, devido à oposição da comunidade internacional ao golpe de Estado, mas enfim concordou.

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O conselho concedeu plenos poderes ao general Kowit Wattana, associado da mesma, a respeito de todo o Corpo Superior de Polícia, sendo nomeado Chefe da Comissão Nacional de Polícia, que deveria ser remodelado, no prazo de um ano. Pridiyathorn Devakula, Presidente do Banco da Tailândia, foi nomeado Presidente do Conselho Consultivo da Economia à dedicação do Conselho militar. Próximo a ele se incorporaram ao Conselho Consultivo o Presidente-Executivo do Bangkok Bank, Kosit Panpiemras, Jada Wattanasiritham do Banco Comercial de Siam, os economistas Ammar Siamwalla e Pasuk Phongpaichit, e o empresário Santi Vilassakdanont. A decisão mais respeitável foi dar início o processo de investigação por possível corrupção do anterior primeiro-ministro.

O chefe da recém-nomeada Comissão Contra a Corrupção Nacional, Parnthep Klanarongran, disse que “qualquer importante prejuízo que tenha sido cometido contra o país necessita ser investigado. Se uma pessoa cometeu um crime, deve ser julgado”. A Comissão foi investida de poderes pra confiscar as propriedades de que sejam titulares os participantes do anterior gabinete e seus familiares e que poderiam ter sido adquiridas de forma ilícita. Em 14 de agosto de 2007 iniciou-se o primeiro procedimento por corrupção contra elex primeiro-ministro Thaksin e tua esposa. Estiveram presentes só seus advogados, para que a Suprema Corte ordenou a prisão de Thaksin e sua mulher encontravam-se em Londres desde o golpe de Estado de setembro.

No total afetou 612 chefes e oficiais, diversos deles próximos ao anterior primeiro-ministro Thaksin ou que se haviam formado militarmente com ele. Estes últimos foram relegados a lugares inativos. O mais significativo foi o general Lertrat Ratanavanich, que ia ser promovido a Chefe da Defesa com Thaksin, e que foi destinado ao Inspector-Geral da Defesa, um cargo cerimonial.

Foram promovidos a chefes e oficiais que participaram no golpe de Estado de forma importante. O Conselho concordou em acrescentar as limitações de atividades políticas ditadas os primeiros dias após o golpe de Estado pra províncias e municípios.

As autoridades militares tiveram de reiterar “os responsáveis dos meios de intercomunicação, a tua atribuição de realizar as algumas regras; a infracção poderá ser o fecho”. Foi anunciado no dia 21 de setembro, a Junta militar, bloquear a transmissão de canais de televisão e cortaria o sinal das rádios que difundiesen “desinformação e rumores”.