JxCat Retira O Pedido De Voto De Delegado De Puigdemont No Coração De Investidura

JxCat foi retirado da ordem do dia da reunião desta terça-feira da Mesa do Parlamento da solicitação do candidato à presidência da Generalitat, Carles Puigdemont, de votar por voto delegado em sessão de investidura.

Alguns, que lhe haviam idolatrado meses atrás, se referiam a ele como “um mercenário do marketing político”. Redondo, segundo um colaborador, ia sereno para esta “campanha de assédio e demolição” contra ele. “Isso é que estão nervosos por causa de estamos ganhando a luta do relato.

Quanto mais me insultam, mais nervosos”, veio confessar Redondo. “O converteram em a besta negra antiPodemos muito a teu pesar, entretanto é como o viam por não conseguir o que queriam. O puseram muita cana desde Podemos. Sem piedade. Igrejas não lhe perdoava que antepusiese seus objetivos políticos e tua profissão a tua amizade”, relata o teu círculo de confiança. Redondo se move. A começar por Moncloa fazem um novo ano.

A hipótese de assinalar ministros de nós Podemos, porém que tenham “um perfil técnico e não político”. Uma proposta que invalidaba não só Igrejas, no entanto bem como a rainha da gente Podemos e casal do líder, Irene Lisboa, e o dirigente Paulo Echenique. Igrejas também decide lançar uma nova peça no tabuleiro. Fazer uma pergunta para seus bancos para visualizar se estão de acordo em apoiar um governo com ministros de Podemos, sem vetar ninguém, ou se preferem facilitar a investidura e passar para a oposição. O líder roxo buscava blindarse diante de tua militância, consciente de que, desde a Cidade estava tentando desenhar diante a posição pública o perfil de um líder, que só pensava em si mesmo.

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Essa mesma tarde, no palácio de Moncloa resolvem alimentar o fantasma de Íñigo Errejón e filtram uma série de dicas que, de acordo com os trackings, Errejón ultrapassaria a Igrejas em novas hipotéticas eleições. Um tiro onde mais doía a Podemos. Procuravam pôr o terror do corpo humano de Igrejas com o seu oponente mais íntimo. E o secretário-geral Podemos contraatacaba no dia seguinte, na Sexta aludindo à polêmica tese de doutorado de Sánchez.

24h depois dessa declaração do chefe do Executivo em funções, se confirmaram as previsões de Redondo. Que Igrejas se sacrificou e renunciava a entrar no Governo, com a situação de que não houvesse mais banimentos ou desculpas para a entrada de Irene Lisboa ou Echenique. A vingança de Igrejas contra Redondo por permanecer de fora do Conselho de Ministros não se fez esperar.

Desde Podemos iniciou-se uma brutal campanha em mídias sociais com o hagstag “Com Redondo, não”, que foi trending topic. Uma campanha 2.0 que de imediato tinha vivido o spin doctor no momento em que decidiu antecipar eleições no começo do ano, contra os interesses de Igrejas. Fazendas de Bots inundaram o Twitter de mensagens contra Redondo.