E me ensucio as mãos com as suas entranhas. E claveteo. E me arraste sem significado. E bateu como um sapateiro abandonado. E curto, ansioso, e estiro, até que a agonia não me oferece mais de si. Até o desânimo, até a morte de todas as solidões. Viajou durante anos em procura do pé notável.
Ansiava descobrir o santo graal do sapateiro: o mais esbelto alicerce de entre os seres humanos. Viu ganchudos, deformados e venosos. Dedos martelo, pontiagudos e gordezuelos. Desesperado estava quando viu diante de si o pé mais lindo, e um sorriso se desenhou em seu rosto.
- o Que acabamento é conseguido
- Sorosis no abacaxi
- dois Aspectos da série e temáticas
- Registado: 09 ago 2008
O tomou entre as suas mãos e o beijou inundado por um orgasmo de felicidade. Quis tomá-lo e conduzir aquela cativante ponta, e deste modo fez, colocou-o na sua espada e fez a trajetória de volta para residência, entretanto ao surgir descobriu um feio e fedido pedaço de carne. Lançou um suspiro, abaixou os ombros e partiu mais uma vez com a visibilidade fixa no chão. O comprimento do abria-se diante dele.
Não foi contrário das algumas vezes. Sempre se repetia. De repente, apareceu ao lado do poço e olhou pro teu interior. Os sonhos, todas as sepulturas, túmulos escuras, parecem pedestais. A vertigem, o desejo de lançar-se ao vago, fez estragos por ele.
Feliz, se lançou no vazio. Apenas, quando acreditava-se repousar no fundo, apesar de ainda caía, observou a retratar um artista inscrever pela lápide que coroava tua sepultura, uma majestosa “Z”. Em vista disso começou a preocupar-se e acordou. No momento em que leio o Livro, a realidade torna-se mais imprevisível e misteriosa ao meu redor.
eu Lembro que a última vez que o fiz, sempre que Sancho esperava com a corda pela Cova de Montesinos, achei um vale no seu interior. Tratava-Se de um baixo papel gasto e incolor, onde alguém havia escrito à mão: ‘Marrom com fivela’.
Estava pensando um tanto no que se alguma vez tinha tido uns sapatos bem, no entanto não dei conta. Vários dias depois, no tempo em que lia sentado em um café, ouvi a mim costas pra duas pessoas hablabando da Caverna de Montesinos e uma delas era o Sr Sapateiro.
Sem imaginar, me giré pra analisar que, em efeito, Sapateiro usava uns sapatos marrons com fivela. O sapateiro aceitou mais encomendas do que podia responder por que teve que usar formas inadequadas aos pés de seus clientes, couro, palmilhas e cadarços de sapatos velhos. Aquilo que ele acreditava que seria a origem da reciclagem foi o encerramento de seu negócio.
Um dia cheguei a visita a uma ilha onde todos andavam descalços. Me perguntaram meu nome e eu citou, “Sapateiro”. E com tal talento respondi que chegaram a assimilar que nunca tinham visto ou ouvido. A existência governamental do mostachete trouxe às nossas lindes coisas que só vimos em vídeos.
A independência, a democracia, a justiça anti-terrorista, a objetividade nacional e a adoção do discurso binário prototípico da manipulação midiática, prazeres governamentais gestados à base de churrasco distantes que nos fizeram perceber oficialmente superpotência. Depois de diversos atos reminiscentes e comemorativos do passado aceito e aprovado espírito nacional.. Se nos impuseram a democracia e a independência peliculeras e nos fez superpotência. O café derramado, enquanto Zapatero ouvia perplexo rádio.