Na Casa Sem Espelhos. CR292

Assim CHAMAM ao centro de Bangladesh, onde tratam as queimadas com ácido por seus maridos ou amantes. Monira, de 15 anos, foi atacada por um pretendente que quis desposarla no momento em que ele tinha somente nove anos. Gazi Rahman pedaleó os 25 quilômetros de distância da cidade ao aeroporto com a sua filha aos prantos pela parte traseira do riquixá, abraçado a sua mala emprestada e com o rosto coberto por um véu.

Monira não havia completado os 10 anos no momento em que um de seus primos, pediu a tua mão, o povo de Tonbi, ao norte da capital de Bangladesh, Daca. Monira e algumas 5 jovens, todos eles severamente desfigurado depois de ser atacadas com ácido, tomaram em novembro de 1998, um avião para desafiar a 8 meses de tratamento e operações pela clínica autónoma da Corporación Dermoestética.

Dois anos depois que as primeiras vítimas retornaram para Bangladesh, esse é o relato como tem mudado a vida para quem os bengalis, passaram a chamar as “garotas do Brasil”. Tonbi fica a insuficiente menos de uma hora da capital.

< / p>“, diz a hoje adolescente de quinze anos, utilizando o português que compreendeu no hospital. “Obrigado por vir me olhar”, acrescenta. A primeira coisa que um lamenta ao saber a Monira é que o seu sonho, aquele que teve sempre que estava no rickshaw de seu pai a caminho do aeroporto, não vai realizar nunca. “Antes, a gente tinha susto, acreditavam que era perigoso estar comigo, me viam como um monstro.